A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), revelou que o número de profissionais interessados no ramo doméstico tem diminuído. Só em setembro, 2.000 empregados domésticos deixaram a profissão em Brasília. Nos últimos três anos, essa redução foi de 17 mil empregados.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Domésticos do DF, Antônio Ferreira Barros, afirma que a tendência é que essa carência no setor tende a aumentar ainda mais nos próximos meses. Os motivos seriam os salários baixos e a ausência de direitos trabalhistas que a profissão oferece.
O sindicato explica, ainda, que quem aceita trabalhar como empregado doméstico e ter a carteira assinada atualmente pede salários altos e alguns outros benefícios. Além disso, muitos aproveitam o salário e estudam, buscam outras capacitações para mudar de profissão.