André Levino
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Muitos não sabem, mas com certeza vão gostar de saber que hoje é o Dia do Sexo. A ideia de criação da data surgiu, há dois anos, a partir de um movimento na internet, organizado por uma marca de preservativos, e com o objetivo de destacar a importância, abrir discussões e quebrar mitos e preconceitos sobre o assunto.
No entendimento do delegado da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana, Amaury Mendes Júnior, o movimento é uma estratégia de marketing interessante para desmistificar o assunto e para que se possa falar um pouco mais sobre a função fisiológica. “É um espaço em que se deve trabalhar educação, saúde, doenças, relacionamento e a diversidade sexual”, destaca, ao lembrar que o tema deve ser trabalhado com um cunho profissional. De acordo com Amaury, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já preconiza o sexo como um dos itens para uma boa condição de vida.
O Jornal de Brasília saiu às ruas para saber o que o brasiliense acha dessa comemoração. Muitos não sabiam, mas adoraram a ideia, assim como o auxiliar administrativo Daniel Santana, de 20 anos, e a turismóloga Luana Alencar, de 25 anos, que namoram há três meses. Ambos não sabiam da data, mas, consideram-na bem-vinda.
Quando perguntados sobre a frequência sexual, Luana diz que a qualidade é que importa: “Tem que rolar quando a gente está com vontade”. O lugar preferido do casal? “Fazer amor em casa é mais confortável do que em qualquer outro lugar”, diz Daniel.
O empresário Carlos Henrique, 50 anos, também não tinha conhecimento sobre o Dia do Sexo. “É muito bom saber. Vou falar hoje com a patroa para a gente comemorar”, brinca. Ele conta que costumam fazer sexo, em média, três vezes por semana. “Por mim, eu faria todos os dias, mas infelizmente tem horas que ela não quer”, diverte-se. Casado há 24 anos, Carlos diz que o segredo para uma boa vida sexual no casamento é manter o respeito pela parceira.
Leia mais na edição desta segunda-feira (06) do Jornal de Brasília.