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Brasília

DF vai aumentar oferta de exames de ressonância e atender 2,5 mil pessoas por mês

Arquivo Geral

08/11/2012 17h07

A Secretaria de Saúde anunciou uma série de medidas para zerar a fila de espera por ressonância magnética e aumentar sua oferta na rede pública. Para acabar com a demanda reprimida de 12,2 mil pessoas, o governo vai assinar cinco convênios com clínicas privadas. A previsão é que os acordos sejam firmados amanhã e os exames comecem na segunda-feira. 

 

Com a contratação, serão atendidas cerca de 2,5 mil pessoas por mês. A expectativa é que os convênios durem seis meses. No entanto, a intenção é oferecer o serviço até que a fila esteja zerada. “A ressonância é um exame avançado, cada vez mais solicitado pelos médicos para diagnóstico. Por isso a demanda se formou com o tempo”, explica o secretário de Saúde, Rafael Barbosa. 

 

Existem três aparelhos nas redes pública e conveniada, no Hospital de Base do Distrito Federal, no Hospital Universitário de Brasília e no Instituto de Cardiologia do Distrito Federal. O do HBDF, que estava quebrado, voltará a funcionar na próxima semana. Para reforçar a estrutura, estão sendo licitados três novos equipamentos. Eles serão instalados nos Hospitais de Base e Regionais de Taguatinga e Sobradinho com custo total de R$ 7,5 milhões. 

 

Exame itinerante – O secretário de Saúde revelou que existe a possibilidade de compra de uma unidade móvel para a realização dos exames. No momento, a secretaria realiza estudos de viabilidade. Se o serviço for instalado, funcionará como a Carreta da Mulher, que passou por 14 regiões do DF e já contabiliza mais de 21 mil exames, entre mamografias, ultrassonografias e preventivos.

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