Mais da metade dos brasilienses tem acesso à internet. De quase 2,2 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade, 56% utilizam a internet. Esse é maior percentual de todo país. O estado com o segundo maior percentual é São Paulo, com 43,9%, apresentando a proporção de 12,2 pontos percentuais abaixo. Já a unidade da federação com o menor percentual de pessoas que acessaram foi Alagoas, com 17,8%. São 45,4% das residências no Distrito Federal tem acesso a rede mundial de computadores superando a média nacional de 23,8%.
Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios sobre Acesso à Internet e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na manhã desta sexta-feira (11). A amostragem comparou os dados de 2008 comparados a 2005 e constatou que em todas as unidades da federação registraram aumento significativo de pessoas que acessaram a internet com um amunto significativo para o DF, que passou de 41,1%, em 2005, para 56,1%, em 2008. Já a média brasileira passou de 20,9% para 34,8%.
Se considerarmos a população de 10 anos ou mais de idade que era estudante na ocasião da pesquisa (599 mil pessoas), então esse percentual sobe para 79,3%. Dentre os não estudantes com 10 anos ou mais de idade, o percentual foi de 47,1%. A maior parte dos que acessaram a internet fizeram em casa, ou seja, 75,6% delas. Apenas 15,2% acessaram de um estabelecimento de ensino.
O motivo pelo qual as pessoas mais acessaram a internet no DF foi a comunicação com as outras pessoas (84,3%). O segundo motivo mais citado foi educação e aprendizagem (74,9%), seguido por atividades de lazer (67,7%). Com exceção do Tocantins, todas as outras Unidades da Federação apresentaram como principal finalidade do acesso à internet a comunicação com outras pessoas.
No DF, das cerca de 940 mil de pessoas de 10 anos ou mais de idade que não utilizaram a internet no período de referência, 42,4% alegaram que não achavam necessário ou não queriam. 27,6% disseram que não sabiam utilizar a internet e 26,4% disseram que não tinham acesso a microcomputador.
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