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DF monitora 6 possíveis casos da variante Ômicron

Segundo a pasta, essas seis pessoas são as que estariam sentadas próximas dos dois primeiros casos durante voo para a capital

Por Geovanna Bispo 02/12/2021 4h47
Foto: Agência Brasil

Após a confirmação de dois casos positivos da nova variante Ômicron da covid-19, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal ainda investiga outros seis possíveis casos com a cepa.

Segundo a pasta, essas seis pessoas são as que estariam sentadas próximas dos dois primeiros casos durante voo para a capital. Entre elas, são cinco adultos, todos vacinados contra o vírus, e uma criança.

Até o momento, três já realizaram o exame e esperam o resultado e os outros três devem realizar ainda nesta quinta-feira (02) o teste.

Confirmados

Também nesta quinta, a Secretaria de Saúde confirmou dois casos da variante ômicron, da covid-19. Segundo o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do DF (Cievs-DF), os dois homens, com idades entre 40 e 49 anos, teriam acabado de retornar de uma viagem da África do Sul. Um deles estaria assintomático e o outro apenas com sintomas leves.

Ainda de acordo com o Cievs, os dois homens teriam se imunizado com as três doses das vacinas contra a covid-19, sendo as duas primeiras da Coronavac e a terceira da Pfizer. Desde a chegada a capital, os infectados estão em isolamento domiciliar.

Eles teriam desembarcado no último sábado (27), em Guarulhos, e seguiram para a capital em um segundo voo. Os dois estariam no mesmo voo que os três casos confirmados em São Paulo. Segundo o centro, apenas os dois homens que estiveram no voo internacional vieram para Brasília.

Anvisa

Na última quarta-feira (1°), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) solicitou que as farmacêuticas Pfizer, Butantan, Fiocruz e Janssen, fabricantes dos imunizantes contra a covid-19 no Brasil, realizem testes e passem informações sobre a ômicron.

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Os testes devem dizer se as vacinas são eficazes e efetivas contra a nova variante. Segundo a agência, os dados iniciais devem ser disponibilizados nas próximas semanas.

Já nesta quinta, o Butantan respondeu e, segundo a ice-diretora do Centro de Desenvolvimento Científico do Instituto Butantan, Maria Carolina Sabbaga, ao Estadão, a tecnologia da Coronavac de vírus inativado, aumenta as chances de que a vacina funcione contra a cepa.








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