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Brasília

DF exporta mão de obra

Arquivo Geral

30/09/2010 8h24

Mariana Laboissière
mariana.laboissiere@jornaldebrasilia.com.br

Brasília, aos 50 anos, começa, enfim, a aproveitar a ótima formação educacional e especializada de seus trabalhadores. E, com isso, passa a servir como formadora e exportadora de mão de obra especializada para empresas de outras unidades da Federação. A empresa Múltipla Gestão de Pessoas, por exemplo, colocou 500 postos de trabalho à disposição dos brasilienses para a construção da Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, Rondônia.

 

“Estão disponíveis cargos como armador de ferragem a ajudante de obras. O salário varia entre R$ 700 e R$ 1,2 mil, sem contar os benefícios como plano de saúde, horas extras e alojamento”, esclarece o secretário-adjunto de Trabalho do Distrito Federal, Gustavo Brum. “É preciso salientar que não necessariamente vamos conseguir preencher todas as vagas, também por conta da logística. É preciso ter disponibilidade de ficar um ano longe da família.”

 

De acordo com a Secretaria de Trabalho do Distrito Federal, cada vez mais empresas recorrem ao DF em busca de mão de obra especializada. Para suprir essa demanda, a Secretaria de Trabalho pretende qualificar, até o final do ano, 30 mil trabalhadores em toda a região. “Quando assumimos a gestão, em 29 de abril, encontramos um quadro de apenas mil pessoas qualificadas neste ano de 2010 e nós hoje já estamos com um número em torno de 10 mil a 12 mil pessoas sendo qualificadas. Tenho certeza que vamos ultrapassar a meta”, adiantou o secretário de Trabalho, Takane Nascimento. “Afinal, não adianta você só criar emprego se não tem pessoa qualificada para ocupá-lo”, completou  Brum.

 

A taxa de desemprego no DF, aliás, registrou queda pelo terceiro mês consecutivo, segundo dados da  Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgada ontem pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O índice saiu de 13,7% em julho, para 13,4%, no mês de agosto (último  período analisado). Esse é o melhor recorte do período nos últimos 18 anos – desde que a pesquisa foi desenvolvida.

 

Leia mais na edição desta quinta-feira (30) do Jornal de Brasília

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