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Termina hoje o prazo de prisão temporária ou restrita, de 30 dias, da arquiteta Adriana Villela, 46 anos, e ela pode ser liberada. Ela está detida em sua própria casa, no Lago Sul, sob a suspeita de prejudicar as investigações do triplo assassinato em que foram vítimas os próprios pais, o ex-ministro do Superior Tribunal Eleitoral (TRE) e advogado José Guilherme Villela, 73, a mãe Maria Carvalho Mendes Villela, 69, e a principal empregada do casal, Francisca Nascimento da Silva, 58.
Adriana Villela foi presa por determinação judicial no último dia 16 de agosto. A arquiteta ficou 18 dias, no Presídio Feminino do Distrito Federal, conhecido como Colmeia. Durante este período foi interrogada pela delegada Mabel de Faria, diretora Divisão de Homicídios II da Coordenação de Investigação de Crimes Contra a Vida (Corvida) e levada algemada ao apartamento dos pais, onde ocorreu o crime, acompanhada por policiais e peritos do Instituto de Criminalística (IC)
A Corvida buscava evidências que poderiam apontá-la como suspeita de envolvimento no caso. No entanto, Mabel Faria não informou se a visita contribuiu nas investigações. Até agora, também, nenhuma prova que aponte a participação da arquiteta no triplo assassinato foi apresentada. Porém, os policiais que trabalham na elucidação de crime afirmam que as provas indicam o envolvimento de alguém próximo à família Villela.
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