Brasília

Dengue: todo cuidado é pouco

Tampe os tonéis e caixas d’água; mantenha as calhas sempre limpas; deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo

Foto: Breno Esaki/Saúde-DF

Mayra Dias e Vitor Mendonça
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No DF, a maior quantidade de contaminações pelo mosquito aedes aegypti em 2020 ocorreu em Ceilândia, onde 5.235 pessoas contraíram ou tiveram suspeita da doença. Em segundo lugar está a Região Administrativa do Gama, com 4.725 casos, seguido pela cidade vizinha Santa Maria, em terceiro lugar, com 3.805 ocorrências.

Com maior incidência das chuvas, as chances de novos criadouros do mosquito serem formados aumentam. Vale lembrar que o aedes aegypti é também transmissor das doenças zika e chikungunya.

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Cuidados dentro de casas e apartamentos

Tampe os tonéis e caixas d’água;
Mantenha as calhas sempre limpas;
Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo;
Mantenha lixeiras bem tampadas;
Deixe ralos limpos e com aplicação de tela;
Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia;
Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais;
Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa.

Áreas externas de casas e condomínios

Cubra e realize manutenção periódica de áreas de piscinas e de hidromassagem;
Limpe ralos e canaletas externas;
Atenção com bromélia, babosa e outras plantas que podem acumular água;
Deixe lonas usadas para cobrir objetos bem esticadas, para evitar formação de poças d’água;
Verifique instalações de salão de festas, banheiros e copa.

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