Carlos Carone
carone@jornaldebrasilia.com.br
O escritório de advocacia que trabalha na defesa da arquiteta Adriana Villela, 46 anos, apontada pela Polícia Civil do Distrito Federal como suposta mentora do assassinato dos pais, espera a decisão da Justiça para dar o próximo passo. Os advogados aguardam, na próxima quinta-feira, o julgamento do mérito do habeas corpus. Somente depois, alguma medida será tomada, como por exemplo dar entrada em algum novo recurso.
As investigações conduzidas pela Coordenação de Investigação de Crimes contra a Vida (Corvida) vinculam Adriana com a morte do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, 73 anos, da mulher dele, Maria Carvalho Mendes Villela, 69, e da empregada Francisca Nascimento da Silva, 58, ocorridos há quase um ano no Bloco C da 113 Sul.
Atualmente, o processo está na procuradoria-geral de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Baseado nas conclusões da polícia, que utilizou depoimentos e algumas provas periciais, o Ministério Público irá emitir um parecer sobre o caso. Somente depois o caso seguirá para o Tribunal do Júri de Brasília, quando o processo será analisado pelo juiz que responde pela relatoria do caso. Em uma decisão tomada pelo colegiado, o mérito do habeas corpus será julgado.
Leia mais na edição desta segunda-feira (22) do Jornal de Brasília.