Quatorze cargos mudaram de titulares no GDF por causa da operação Caixa de Pandora – oito secretarias, duas administrações regionais, três assessorias e uma estatal. Na maioria das situações, os cabeças foram substituídos por auxiliares imediatos.
As mudanças, segundo o GDF, não prejudicaram a rotina administrativa, pois a orientação passada aos novos gestores é de dar continuidade aos compromissos. “A ordem é continuar a tocar a máquina e prosseguir com agendas previamente definidas”, informou a assessoria de imprensa do GDF.
Prova disso é a inauguração de nova unidade do projeto DF Digital, que acontece hoje, a formatura da turma do curso de informática para pessoas carentes, no Recanto dos Emas, e a inauguração do Portal do Trabalhador.
As primeiras mudanças no primeiro escalão do GDF ocorreram por iniciativa de Arruda. Assim que tomou conhecimento das denúncias, decidiu afastar o secretário de Educação, José Luiz Valente; o chefe da Casa Civil, José Geraldo Maciel; o chefe de Gabinete, Fábio Simão; e o assessor de imprensa, Omézio Pontes. Todos citados no escândalo desencadeado pela Caixa de Pandora.
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