Da Redação, com agências
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O roubo com restrição de liberdade da vítima, o chamado sequestro relâmpago, apresentou queda no Distrito Federal. Nos primeiros dois meses deste ano, foram registradas 116 ocorrências, contra 134 no mesmo período do ano passado, redução de 13%. Apesar da queda, o crime continua tirando o sossego do brasiliense. Ontem, foram registrados mais dois casos.
Conforme as análises criminais da Secretaria de Segurança Pública, houve mudanças no modus operandi dos criminosos. Nos últimos meses, mais de 50% das vítimas costumavam ser abordadas durante à noite. Em fevereiro deste ano, o padrão de atuação mudou. O levantamento mostra que 37,6% dos crimes ocorreram entre 12h e 17h59, contrariando as últimas tendências que mostravam a faixa entre 18h e 23h59 como a de maior incidência do fenômeno.
Cerco
“Com o aperto ao cerco contra os criminosos, intensificado a aplicação do policiamento ostensivo nos dias da semana, hora e local onde mais ocorriam os crimes, houve uma migração no que diz respeito à faixa horária. Vamos acompanhar essa migração”, apontou o secretário de segurança do DF, Sandro Avelar.
Nos dois primeiros meses, 22 pessoas foram presas em flagrante pelo crime, 16 apenas no mês passado. Dos 39 carros roubados em fevereiro, 21 foram recuperados até terça-feira, ou seja, 54% de localização.
Os dois últimos casos de sequestro ocorreram no Gama e em Santa Maria. Na primeira cidade, três homens foram presos. Eles renderam um professor no estacionamento de uma escola no Riacho Fundo II. Já em Santa Maria, outros três ladrões fizeram um motorista parar, para não atropelá-los. Assim, o renderam. Nenhum dos três foi preso.