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Brasília

Crianças da Vila Planalto serão instuídas no combate à dengue

Arquivo Geral

19/02/2010 6h33

Na próxima quarta-feira (24), representantes da SES/DF irão passar em todas as escolas da Vila Planalto para informar as crianças da comunidade sobre o combate à larva do mosquito Aedes Aegypti – vetor da dengue.

 

De acordo com o agente ambiental Henrique Dias, 26 anos, a recepção dos moradores, durante o trabalho de combate aos focos do mosquito que transmite a dengue, têm sido boa em sua maioria. “Eles têm aberto as casas. Esse não é o problema”, explica. “A questão é o número de casas com lixo no quintal, além, é claro, de pessoas que desconhecem a maneira correta de combate”, diz. Durante as visitas, é aplicado o larvicida Teméfos em focos e potenciais focos. O trabalho dos profissionais acontece até hoje às 17h. A administradora Patrícia Lucena, 31 anos, recebeu os agentes com satisfação. “É a primeira vez que me visitam, nem sabia se estava fazendo tudo direito”, expõe. “Meu filho de 13 anos teve dengue, mas não pegou aqui dentro de casa porque, como constataram, nenhum foco foi encontrado”, revela.

 

Um levantamento mostrou que em todo o Distrito Federal, cerca de 90% dos focos do mosquito encontram-se nas residências, e não em terrenos baldios ou  reas públicas. Mas é praticamente impossível eliminar o inseto na forma adulta. Por isso, o combate à larva é uma das maneiras mais fáceis e eficazes de iniciar a luta contra o vírus.

 

A dona de casa Francisca Maria Silva, 40 anos, foi outra pessoa que abriu às portas para a inspeção. Ela diz saber das medidas de prevenção contra a disseminação do mosquito. “O que adianta eu saber se meu vizinho não fizer o certo?”, questiona. Na casa próxima à de Francisca há um depósito de latinhas que vem sendo motivo de peocupação de moradores do quarteirão. A proprietária da casa, a diarista Antônia Alves Pereira, 36 anos, se defende. “Meu marido compra essas latinhas porque o preço do quilo aumentou, mas todo dia a gente briga por causa disso. Eu não gosto”, justifica. “Nesse tipo de caso indicamos a passagem do fumacê. Não há como tratar esse criadouro”, informa a agente ambiental Valéria Barbosa de Deus Vieira, 30 anos, deslocada do Núcleo Bandeirantes para auxiliar o trabalho na região. Mas o problema da casa de Antônia não foi só com as latas de alumínio. No local também foi detectado um foco de dengue em um vaso sanitário que estava
escostado em um canto.

 

Leia mais na edição desta sexta-feira (19) do Jornal de Brasília.

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