Ana Paula Andreolla
ana.fernandes@jornaldebrasilia.com.br
A Coordenação de Investigação de Crimes Contra a Vida (Corvida) entregou para o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), no final da tarde de ontem, o inquérito concluído sobre a morte do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Guilherme Villela, sua mulher, a advogada Maria Carvalho Mendes Villela, e a principal empregada do casal, Francisca Nascimento da Silva. Eles foram mortos com 73 facadas em 28 de agosto de 2009, dentro de casa, o duplex 601/602 do bloco C da Quadra 113 Sul.
O inquérito concluído mantém os indiciamentos da filha do casal assassinado, a arquiteta Adriana Villela, do ex-porteiro Leonardo Campos Alves, de seu sobrinho, Paulo Cardoso Santana, e de um suposto comparsa, Francisco Aguiar, além de uma amiga de Adriana, de nome Regina. Também são mantidos os indiciamentos da vidente Rosa Maria Jaques, de seu marido, João Tochetto, da empregada Guiomar Barbosa, da ex-delegada chefe da 1ª DP, Martha Vargas, e do policial Augusto Alves. Estes últimos por atrapalharem as investigações.
Segundo o TJDFT, o inquérito deve ir hoje para as mãos do juiz Fábio Esteves, que vai analisar as provas levantadas pela Corvida e inseridas no inquérito. Ele deve decidir também o futuro penal dos indiciados. A mais urgente, porém, é a situação do ex-porteiro, cuja prisão temporária vence nessa sexta-feira.
Leia mais na edição desta terça-feira (11) do Jornal de Brasília