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Brasília

Construções irregulares são removidas em Ceilândia e no Riacho Fundo I

Arquivo Geral

17/06/2013 19h10

Sete edificações foram erradicadas em duas operações do Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo, nesta segunda-feira (17). Ceilândia e Riacho Fundo I estão entre os locais vistoriados pela fiscalização do Governo do Distrito Federal.

 

A maior parte das construções irregulares havia sido erguida no setor habitacional Sol Nascente, em Ceilândia. Duas delas em local conhecido como Chácara do Chefinho. Outra na Chácara 5 e mais uma na Chácara 115.

 

No setor habitacional Por do Sol, Chácara 702, duas edificações em alvenaria e uma fundação para a construção de uma edificação irregular acabaram erradicadas.

 

Os dois setores de Ceilândia fiscalizados nesta segunda-feira passam por processo de regularização e o trabalho dos órgãos do GDF tem como principal meta conter a expansão das ocupações irregulares. As operações nesses locais são realizadas até seis vezes por semana.

 

A regularização está em processo avançado. Um grupo de 75 famílias moradoras de áreas de risco, de bacias de drenagem e de locais onde serão construídos equipamentos públicos para educação e saúde receberão, nesta terça-feira (18), novas moradias nas quadras 100 e 501 do Setor Habitacional Sol Nascente, em Ceilândia.

 

A entrega faz parte do processo de reassentamento do programa Regularizou, é Seu!, que convocou 567 moradores do trecho I, e, desse montante, 391 já foram habilitados para receber as novas casas, segundo Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab).

 

Riacho Fundo I

 

Uma edificação irregular foi retirada durante vistoria na Colônia Agrícola Sucupra, Chácara 50. A construção estava em fase de obras e foi erguida no último final de semana.

 

A área do Sucupira pertence à União. Ações de vigilância como a desta segunda-feira serão intensificadas para retirar as edificações irregulares ainda no início e impedir a especulação imobiliária do setor.

 

Um total de 62 servidores estiveram envolvidos durante todo dia nas operações, coordenados pela Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) e pela Agência de Fiscalização. Participaram ainda a Polícia Militar, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a Secretaria de Patrimônio da União (SPU).

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