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Brasília

Construções irregulares são removidas em Águas Claras e Vicente Pires

Arquivo Geral

22/10/2012 17h05

Os órgãos de fiscalização do Governo do Distrito Federal contra ocupações irregulares atuaram, nesta segunda-feira (22), em Águas Claras e em Vicente Pires. Sete construções foram ao chão. Quatro delas estavam erguidas de forma precária em lona e madeira por pessoas em situação de vulnerabilidade social. Três famílias aceitaram ajuda do governo. As ações foram coordenadas pela Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) e pela Agência de Fiscalização (Agefis). 

 

Elas permaneciam instaladas em uma área da Rua 100, na QS 9, de Águas Claras. As famílias ajudadas foram transferidas para casa de parentes no Setor Habitacional Arniqueira, ainda em Águas Claras. A quarta família, que recusou ajuda, se dispôs a ir ao Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), de Taguatinga, a fim de solicitar amparo. 

 

Na última sexta-feira (19) o GDF esteve na área invadida e removeu 22 construções. Na ocasião, 15 famílias foram transferidas do local; o restante recusou os auxílios oferecidos pelo governo. As equipes de assistência social da Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), por meio do CRAS e do UNISUAS 24 Horas, visitaram a área pelo menos duas vezes este ano. Na sexta-feira, a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), detentora do terreno, havia cercado o local após a operação. No entanto, os invasores se instalaram em frente da área cercada. Os órgãos de fiscalização farão monitoramento periódico no local para evitar a ocupação indevida do terreno.

 

Obras iniciais

 

Vicente Pires também recebeu uma operação do GDF nesta segunda-feira. Três obras ainda em construção foram desconstituídas na Colônia Agrícola Vicente Pires. A que estava em estágio mais avançado de construção era uma edificação em alvenaria, de 70 metros quadrados, erguida na altura de laje na Chácara 3. Em um lote da Chácara 103 acabaram retirados uma fundação e 30 metros lineares de muro. De acordo com os agentes envolvidos na ação, no terreno seria implantada uma torre de telefonia móvel clandestina.  Outra fundação acabou removida na Chácara 134.

 

Integraram as ações o efetivo de 144 servidores. Estiveram presentes, além da Seops e da Agefis, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, a Companhia Energética de Brasília (CEB), a Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Secretaria de Patrimônio da União (SPU), o Departamento de Trânsito (Detran) e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Coordenaram pela Seops os diretores de Operações Libermário Almeida e Joaquim Viegas. Pela Agefis, estiveram à frente Marcelo dos Santos e Maristela Silva. 

 

 

 

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