Cinco edificações em áreas públicas foram erradicadas durante operações do Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo, realizadas nesta quarta-feira (17). A fiscalização do Governo do Distrito Federal passou por áreas rurais do Riacho Fundo I e do Lago Norte. Ao todo, 100 servidores estiveram envolvidos. A coordenação foi da Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) e da Agência de Fiscalização (Agefis).
A atuação no Riacho Fundo começou pela Colônia Agrícola Sucupira Chácara 31. Lá foram três edificações, uma base e 60 metros lineares de muro erradicados. Uma ligação de água e outra de energia, clandestinas, foram retiradas. Na Colônia Agrícola Riacho Fundo, Chácara 25C, local onde a fiscalização da Seops prendeu um grileiro no dia 27 de setembro, uma edificação em madeira, erguida na última semana, foi retirada. O responsável por outra edificação irregular foi intimado a removê-la por conta própria num prazo de cinco dias. Caso haja ação do estado para a retirada, ele poderá ser multado em valores referentes aos custos da operação.
Córrego do Bálsamo
No Lago Norte, a fiscalização do comitê passou pelo Núcleo Rural Córrego do Bálsamo, Chácara Nossa Senhora Aparecida, onde 4 mil metros lineares de cerca, uma base e uma edificação acabaram removidos. Foram apreendidas, ainda, 420 estacas que eram utilizadas para demarcar lotes de até 2.000 m². O material foi levado para o depósito da Agefis, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). Outra edificação erguida em área pública, desta vez na Chácara 223, foi ao chão durante ação.
Além de Seops e Agefis, participaram das operações a Polícia Militar, a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Companhia Energética de Brasília (CEB) e a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb). Coordenaram pela Seops os diretores Operacionais Capitão Costa Reis e Tenente Rômulo. Pela Agefis, estiveram à frente os auditores fiscais Herlon Ribeiro e Douglas Lobo.