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Brasília

Comércio do DF registra inadimplência de 4,9% em setembro

Arquivo Geral

08/10/2009 0h00

A inadimplência no comércio do Distrito Federal em setembro ficou em 4,9%, segundo levantamento do banco de dados da Câmara de Dirigentes Lojistas, que administra o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Neste mês, 139 mil 994 pessoas tiveram o nome incluído no SPC e 133 mil 455 pessoas foram excluídas do cadastro de inadimplentes. Em setembro de 
2008, o índice ficou em 5,3%.


O presidente Vicente Estevanato confirma que o índice, em comparação com o mesmo período do ano passado, registrou queda. “Há doze meses, em setembro, a crise financeira estava começando, e agora, temos uma conjuntura econômica diferente. O último trimestre do ano traz ótimas expectativas para o comércio”, diz.


Estevanato complementa que, em relação à inadimplência, o índice é positivo, porque os consumidores, em setembro, começaram a procurar os credores para pagar suas dívidas, e as financeiras e lojas realizam campanhas para redução de juros e negociação com seus clientes. “Estamos otimistas para o final do ano. Os lojistas estão renovando estoques acreditando no crescimento das vendas”, relata.


Pesquisa
Em setembro, a pesquisa do SPC sobre sexo e faixa etária dos consumidores no DF apontou que 49,58% são homens e 50,42% dos incluídos no SPC são mulheres. Em relação à faixa etária, o maior número de incluídos continua entre 30/39 anos (27,35%), seguidos de 40/49 anos (24,93%). Entre 50/64 anos (19,06%), entre 25/29 anos (13,98%), entre 18/24 anos (5,95%) e maior de 65 anos (5,24%).


SPC
Para tirar o nome do SPC, o consumidor deve procurar o credor – loja, financeira ou banco onde está devendo -, renegociar ou pagar a dívida, que será excluído do cadastro de inadimplentes. E para saber se o nome está incluído no banco de dados, deve procurar o balcão de atendimento da CDL no SCS, Quadra 6, Bloco A, Edifício CDL.


Inadimplência 2009
Setembro: 4,9%
Agosto: 5,1%
Julho: 5,3%
Junho: 5,2%
Maio: 5,1%
Abril: 5,3%
Março: 5,7%
Fevereiro: 5,2%
Janeiro: 4,8%

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