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Brasília

Comerciantes e clientes pedem melhor manutenção e obras de revitalização na W3 Sul

Arquivo Geral

16/02/2012 7h03

Bruna Sensêve

bruna.senseve@jornaldebrasilia.com.br

 

 

A revitalização da única avenida comercial de Brasília está, mais uma vez, em debate. Não só pela importância que ela tem para a história da cidade, mas porque, até hoje, apesar das diversas tentativas, nunca saiu do papel. Um concurso foi feito em 2000, com a participação de mais de 200 arquitetos. Os cinco projetos ganhadores foram enviados ao Governo do Distrito Federal (GDF), mas nada foi feito.

 

 

A Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano do DF (Sedhab) afirma que o projeto de lei com o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB) trará medidas definitivas para melhoria do local. No entanto, comerciantes e frequentadores pedem soluções urgentes e básicas, como iluminação pública, reforma de calçadas e limpeza urbana.

 

 

Um dos pioneiros de Brasília, que mantém oito lojas na região, ainda não perdeu a esperança. O empresário Hely Valter Couto, dono da Pioneira da Borracha, se diz um sonhador. Ele ainda acredita que verá a W3 Sul da forma como foi criada se conseguir o comprometimento dos comerciantes ali instalados. “O que faço é um apelo ao GDF. A única avenida comercial da cidade está abandonada e a cada dia mais lojas são fechadas”, lamenta.

 

Além de mudanças na estrutura, ele propõe a revitalização de uma das três praças das quadras 700, que estão em frente à avenida. “Com essa revitalização, poderemos trazer mais vida para a W3. Uma fonte luminosa, com palco para shows e quadras para prática de esportes trarão mais pessoas. Ao mesmo passo, os comerciantes terão motivo para ficar e voltar à avenida”, sugere.

 

Sugestões

Hely reforça que a falta vontade das próprias associações comerciais em buscar saídas para a W3 Sul dificulta sua luta. Ele considera que o movimento para melhorias não vem mais das associações e frentes comerciais, que podem ser consideradas as mais prejudicadas com os problemas enfrentados no local.

 

Leia mais na edição impressa desta quinta-feira (16) do Jornal de Brasília.

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