Meninas que querem aprender dicas sobre maquiagem têm como opção a Fashion Teen, no Lago Sul. Já aqueles que gostam de teatro e pretendem estudar a arte da representação podem escolher o Mapa’ti, na Asa Norte. E os mais esportistas podem escolher a capoeira e o futebol no Iate Clube, localizado no Setor de Clubes Esportivos Norte.
Tratam-se de exemplos de colônias de férias no Distrito Federal, uma ótima opção para crianças e adolescentes no mês de julho. Ótima opção, também, para os pais que não têm período de folga nos próximos dias e que ainda não decidiram o que fazer com seus pimpolhos durante o recesso escolar.
E há, claro, colônias de férias para todos os gostos. E bolsos. A partir de R$ 100 por semana, as crianças e adolescentes terão direito a brincadeiras, passeios ao zoológico, ida ao cinema ou a boa e velha diversão com brinquedos infláveis (pula-pula, piscina de bolinhas, cama elástica, tobogã) e oficinas de arte.
No cardápio, também há colônias de férias cujas especialidades são brincadeiras infantis, jogos com balão, capoeira, acrobacias, fantoches, fantasias e até rodas de histórias interativas e atividades aquáticas, além de passeios por pontos turísticos da cidade.
Cuidado
A doutora em Psicologia pela UnB, Ângela Uchoa, afirma que as colônias são, sim, uma forma de divertir as crianças e jovens, mas que os pais devem ficar atentos e tomar certos cuidados na escolha de um espaço para matricular seus filhos.
“Quando a colônia de férias é bem planejada e tem pessoas responsáveis e capacitadas para cuidar das crianças, com atividades interessantes é uma ótima experiência para o desenvolvimento. Havendo esse cuidado por parte dos pais, vale a pena inscrever a criança”, afirma.
Mauro Sampaio, 44 anos e analista administrativo da Câmara dos Deputados, considera as colônias de férias uma opção bacana de diversão. “É um modo de tirar as crianças de dentro de casa. Elas só querem saber de videogames e computadores e as colônias fazem com que elas interajam crianças da mesma idade. É bom que os pais fiscalizem as condições de cada colônia para ver se elas têm segurança e se são bem estruturadas”, disse.