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Brasília

Cinco mil produtos que seriam vendidos em área pública sem autorização foram apreendidos

Arquivo Geral

06/11/2012 20h36

A Operação Choque de Ordem, realizada em parceria entre a Secretaria da Ordem Pública e Social, a Agência de Fiscalização (Agefis) e a Polícia Militar, teve como saldo a apreensão de cinco mil produtos que seriam vendidos em área pública sem autorização, nesta terça-feira (6). As equipes passaram por Taguatinga, Ceilândia, Guará e Octogonal.

 

A fiscalização começou ainda pela manhã, na Rodoviária Interestadual. Lá foram recolhidos cerca de 3 kg de alimentos e outros 16 produtos, entre mesas e cadeiras. Na passarela da Octogonal foram mais 880 produtos. A maioria, 350, eram peças de vestuário. Havia ainda bijuterias, bebidas, doces, cosméticos, guarda-chuvas e até dois reboques, utilizados para transportar as mercadorias irregulares.

 

Outra equipe passou pelo Taguacenter, em Taguatinga. Entre os produtos recolhidos havia quase 200 kg de frutas, dois carrinhos e dois guarda-chuvas. Ainda em Taguatinga, a fiscalização passou pelos semáforos da QND 11, do Pistão Sul e da via Boca da Mata. Entre as 318 mercadorias apreendidas havia panos de chão, sacos de lixo, flanelas e frutas.

 

Após a fiscalização conjunta contra o comércio irregular de mercadorias sem nota fiscal, uma equipe da Seops percorreu as principais ruas de Ceilândia e Taguatinga em ação de combate à pirataria. Ao todo, 1,4 mil CDs e DVDs foram recolhidos nos setores P Sul e Sol Nascente. Na Feira dos Importados de Taguatinga foram mais 2,1 mil apreendidos. Os vendedores fugiram quando perceberam a chegada dos agentes e ninguém foi preso. Pelo crime de violação do direito autoral cada um poderia pegar até quatro anos de prisão, além de terem que pagar multa.

 

As mercadorias recolhidas durante a operação foram levadas ao depósito da Agefis, no SIA. Poderão ser recuperadas em até 30 dias com a apresentação de nota fiscal e o pagamento de multa. A exceção vale para os produtos perecíveis, que poderão ser doados a entidades cadastradas pela Agência. Também para os produtos falsificados, que deverão ser destruídos.

 

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