Da Redação
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Os moradores da Região Administrativa do Lago Sul alegam que escolheram o local por priorizarem a qualidade de vida. Tanto é que a maioria deles faz caminhada, pratica cooper, entre outros esportes. Eles também são adeptos do ciclismo e o fazem ao longo da ciclovia instalada no acostamento da Estrada Parque Dom Bosco (EPDB). Por um lado, existe aqueles que defendem que a área destinada aos ciclistas é boa e funciona corretamente, precisando apenas alguns reparos. Por outro, há quem reclame que a ciclovia não funciona, pois os motoristas de automóveis não respeitam e trafegam pela via, podendo causar acidentes.
Na opinião do médico Augusto Furtado, 53 anos, a ciclovia não é uma boa opção. Dentista, ele explica que continua sendo utilizada como acostamento pelos carros, mas não para parar, e sim, trafegar. “Eu prefiro andar de bicicleta na calçada, onde tenho maior segurança. Desde que mudei para cá, trafego pela calçada e não vou mudar”. Ele acredita que deveria existir uma ciclovia exclusiva somente para bicicleta. “Já vi acidentes acontecerem aqui pelo fato dos carros utilizarem a pista como acostamento. Não há respeito”, declara.
O ciclismo está na vida do nutricionista Rafael dos Anjos, de 27 anos, há oito anos. Para ele, o único problema da ciclovia são os buracos. Ele acrescenta que a área é bem espaçada e tem uma boa sinalização. “O Lago Sul é uma região boa para treinar alguma atividade física. É seguro. Claro que na ciclovia tem algumas passagens difíceis. Moro na Asa Norte e pego a ponte, L2, e é difícil, mas aqui é tranquilo”, diz.
O fato dos motoristas respeitarem é um ponto positivo na opinião de Rafael, porém ele diz que existem alguns que fazem “gracinha” no trânsito e, por isso, o ciclista precisa ficar esperto. “Antigamente a situação aqui era pior. Não existia segurança alguma, e quem não andasse pela calçada acabava junto com os carros. Hoje dá para fazer um treinamento legal”.
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