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Brasília

Centro-Oeste inaugura Rede de Inovação Tecnológica

Arquivo Geral

09/10/2009 0h00

A inovação tecnológica ganha força no Centro-Oeste. Oito instituições de ensino e de pesquisa da região se juntaram para lançar nesta quinta-feira, 8 de outubro, a Rede de Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) do Centro-Oeste. O projeto foi aprovado no edital Pró-Inova da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), e será coordenado pela Universidade de Brasília. A ideia é fortalecer a gestão da propriedade intelectual em instituições científicas e apoiar a difusão tecnológica como instrumento de competitividade e crescimento sustentável.


“Cerca de 70% dos pedidos de proteção de patentes feitos pelas universidades são negados devido à má elaboração dos documentos. Com a Rede, vamos diminuir esse índice e devolver às universidades o papel de gestoras da ciência e da tecnologia no Brasil”, enfatizou o reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Junior, durante solenidade no Centro de Desenvolvimento Tecnológico (CDT).


A rede de NITs do Centro-Oeste é formada pela UnB e pelas universidades federais da Grande Dourados (UFGD), de Mato Grosso do Sul (UFMS), de Goiás (UFG), de Mato Grosso (UFMT), além do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT) e da União Brasiliense de Educação e Cultura (UBEC). “Nosso objetivo é fazer com que a interação entre indústrias e universidades aconteça. A Rede de NIT’s será de suma importância para essa relação, afinal a promoção do desenvolvimento depende disso”, observou o reitor da Universidade Federal de Goiás, Edward Madureira Brasil.


Governo
Os reitores das instituições de ensino assinaram um protocolo de intenções comprometendo-se a empenhar esforços para o sucesso da iniciativa. O secretário de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal, Izalci Lucas, também assinou o acordo e garantiu que o GDF vai apoiar e investir nas pesquisas e projetos de desenvolvimento científico e tecnológico.


Para a analista da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCT, Virna Suda, a difusão da cultura da inovação ainda não ocorre na velocidade esperada pelas instituições e o processo se dá de forma gradual. “Os NITs são a ponte para fazer o conhecimento acadêmico chegar à sociedade e se integrar também com as empresas”, refletiu.


O financiamento do projeto da rede é custeado pela Finep, Secretaria de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso e pelas Fundações de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), de Goiás (Fapeg) e de Mato Grosso (Fapemat).

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    “Cerca de 70% dos pedidos de proteção de patentes feitos pelas universidades são negados devido à má elaboração dos documentos. Com a Rede, vamos diminuir esse índice e devolver às universidades o papel de gestoras da ciência e da tecnologia no Brasil”, enfatizou o reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Junior, durante solenidade no Centro de Desenvolvimento Tecnológico (CDT).


    A rede de NITs do Centro-Oeste é formada pela UnB e pelas universidades federais da Grande Dourados (UFGD), de Mato Grosso do Sul (UFMS), de Goiás (UFG), de Mato Grosso (UFMT), além do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT) e da União Brasiliense de Educação e Cultura (UBEC). “Nosso objetivo é fazer com que a interação entre indústrias e universidades aconteça. A Rede de NIT’s será de suma importância para essa relação, afinal a promoção do desenvolvimento depende disso”, observou o reitor da Universidade Federal de Goiás, Edward Madureira Brasil.


    Governo


    Os reitores das instituições de ensino assinaram um protocolo de intenções comprometendo-se a empenhar esforços para o sucesso da iniciativa. O secretário de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal, Izalci Lucas, também assinou o acordo e garantiu que o GDF vai apoiar e investir nas pesquisas e projetos de desenvolvimento científico e tecnológico.


    Para a analista da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCT, Virna Suda, a difusão da cultura da inovação ainda não ocorre na velocidade esperada pelas instituições e o processo se dá de forma gradual. “Os NITs são a ponte para fazer o conhecimento acadêmico chegar à sociedade e se integrar também com as empresas”, refletiu.


    O financiamento do projeto da rede é custeado pela Finep, Secretaria de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso e pelas Fundações de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), de Goiás (Fapeg) e de Mato Grosso (Fapemat).

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