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Brasília

Centro Obstétrico e UTI Neonatal do Hospital Regional da Asa Sul estão reativadas

Arquivo Geral

17/06/2009 0h00

Uma intervenção com cinco meses de duração colocou fim às crônicas infiltrações que levaram à interdição do bloco materno infantil do Hospital Regional da Asa Sul (Hras). Nesta quarta-feira (17), dosage o governador José Roberto Arruda reabriu as portas da unidade, approved fechada desde janeiro passado. Para retomar suas atividades normais, page toda a cobertura do bloco foi refeita e o sistema de escoamento das águas das chuvas foi substituído. As instalações também receberam pintura nova e pequenos reparos.



“Investimos R$ 1,8 milhão para recuperar totalmente essa área. Queremos que o Hras volte a ser modelo, o hospital referência que sempre foi”, afirmou Arruda. “Na semana que vem, resolveremos o problema de falta de pessoal. Passaremos para 40 horas todos os servidores do hospital interessados no aumento da carga horária. Se isso não for suficiente chamaremos novos concursados”, completou o governador.



Com a reabertura da unidade, o trabalho de parto, reduzido durante a interdição, poderá voltar aos 20 procedimentos diários. Também retornam ao bloco materno infantil os diversos serviços transferidos para outros setores do hospital, como a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. O setor havia passado a ocupar o espaço da cirurgia pediátrica. A UTI-Neonatal do Hras tem espaço para 46 leitos, sendo 26 para alto risco e 20 de médio risco. O centro obstétrico dispõe de 11 salas de parto, seis leitos de observação, oito leitos para alto risco, além de quatro salas de cirurgia. O bloco também abriga uma sala de aula utilizada pela residência médica, uma de estudos e o banco de leite materno.


Reparos


Para executar a obra foi necessário remanejar os serviços oferecidos na unidade, reduzir o número de atendimentos e transferir profissionais do setor até para outros hospitais da rede, como ocorreu com alguns médicos e auxiliares de enfermagem. “A cada tempestade em Brasília tínhamos problemas gravíssimos de inundação. Espero que isso nunca mais ocorra para que as mães sejam bem atendidas e as crianças continuem nascendo com toda tranqüilidade”, destacou o secretário de Saúde, Augusto Carvalho.


      
Além da entrada de água ocasionada por um erro de projeto apesar das reformas, desde a inauguração em 2000 o teto também não oferecia condições adequadas para a manutenção. A pouca altura da cobertura impedia a realização de reparos nas diversas tubulações, inclusive de gás. A elevação do telhado, a substituição dos canos por outros com dimensões maiores e a troca das calhas, que não suportavam o volume de água das chuvas, foram os tratamentos indicados pela área de engenharia da Secretaria Saúde.


      
“O trabalho foi bem feito e temos certeza que resolvemos definitivamente os problemas de infiltração, mesmo se houver fortes chuvas”, espera o diretor do Hras, Alberto Henrique Barbosa.

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