Da Redação
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Mesmo após mais de um ano de ocorrido o triplo homicídio na 113 Sul, que chocou a capital federal, os investigadores que tentam solucionar o caso ainda se deparam com novos mistérios. Uma fonte, que acompanha de perto as investigações, relatou ao Jornal de Brasília que recentemente a equipe deu falta de alguns documentos que já estavam em posse da polícia. A fonte não quis detalhar o conteúdo dos documentos desaparecidos, mas garantiu que a Corregedoria da Polícia Civil e também o Ministério Público já tomaram providências para averiguar as razões de mais esse sumiço.
Além do desaparecimento dos documentos, no ano passado o mistério envolvendo uma chave intrigou os que aguardavam esclarecimentos sobre o que de fato ocorreu na noite do dia 28 de agosto, quando o ex-ministro do Superior Tribunal Eleitoral (TSE) e advogado José Guilherme Villela, 73 anos, sua mulher, a advogada Maria Carvalho Mendes Villela, 69 anos, e a principal empregada do casal, Francisca Nascimento da Silva, 58 anos, foram assassinados dentro do apartamento com 73 facadas.
Chave
Na época, a vidente Rosa Maria Jaques, 61 anos, se apresentou à ex-delegada-chefe da 1º Delegacia de Polícia, Martha Vargas, afirmando que teria tido visões sobre o paradeiro da cópia da chave do apartamento dos Villela. A vidente conduziu os investigadores até uma casa em Vicente Pires, onde a chave foi localizada e três pessoas acabaram sendo presas.
Meses depois, o Instituto de Criminalística constatou que a chave encontrada em Vicente Pires era a mesma que foi fotografada pela polícia no apartamento dos Villela, no dia em que os corpos foram encontrados, 31 de agosto. A dúvida sobre como uma chave que já estava com a polícia foi parar em Vicente Pires levou à exoneração da 1ª DP da delegada Martha Vargas, em abril desse ano. Agora, surge a mesma dúvida em relação ao desaparecimento desses documentos.
Leia mais na edição desta terça-feira (31) do Jornal de Brasília.