O ano passado foi um dos mais complicados para a Universidade de Brasília (UnB). Mas, viagra dosage ainda assim, visit web a instituição inicia 2009 aparecendo nos noticiários de forma negativa. São resquícios da administração anterior, ed mas que não deixam de manchar o nome da universidade. Desta vez, o centro das atenções são os cartões corporativos. De acordo com o site Portal da Transparência (www.portaldatransparencia.gov.br), de janeiro a novembro, funcionários da UnB gastaram R$ 974 mil com os cartões. Em 2007, o gasto foi de R$ 1,2 milhão.
Contrariando as outras universidades federais, que após os escândalos dos cartões diminuíram consideravelmente o uso, a UnB manteve quase o mesmo ritmo. Para se ter uma ideia, as despesas da segunda colocada no ranking, a Universidade Federal de Santa Maria (RS), não passaram de R$ 300 mil com o cartão corporativo.
Numa das despesas apontadas no portal, um funcionário da UnB gastou R$ 400 na banca Point Canetas, localizada na Feira dos Importados. Em outra compra, um servidor usou o cartão do governo para pagar uma conta de pouco mais de R$ 1 mil na Loja La Palma, que vende frios e é uma das mais refinadas e caras de Brasília.
Gastos exorbitantes
Porém, o campeão em utilizar o cartão corporativo em 2008 foi um professor do Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB. Nos 11 meses de 2008, ele fez 46 saques em caixas eletrônicos, todos no valor de R$ 1 mil. Os cartões também foram usados para a compra de alimentos em estabelecimentos de alto padrão no Distrito Federal.
Segundo a Assessoria de Imprensa da UnB, os R$ 974 mil gastos com os cartões corporativos em 2008 representam apenas 0,1% do orçamento total da universidade. A assessoria informou, também, que os projetos de pesquisas responderam por 80% das despesas com o cartão e o restante foi usado com custeio de alimentação e transporte, por exemplo.