Último sabatino na sequência de entrevistas do Jornal de Brasília para a corrida ao Palácio do Buriti, Kiko Caputo se comprometeu a rever as isenções fiscais no Distrito Federal. “A gente vai medir a eficiência dessas isenções. Aquelas que derem retorno serão mantidas; aquelas que só beneficiam os empresários e não trazem benefícios à população, tenha certeza que serão retiradas”, garantiu, ainda sem citar mecanismos para encerrar os benefícios já em vigência na capital.
Caputo também atribuiu o cenário atual do Distrito Federal ao desemprego e à falta de perspectivas para as novas gerações. “A gente tem que botar o dedo nessa ferida. A taxa de desemprego no DF é de 7,6%, aparentemente baixa. Mas se a gente comparar com a média nacional, que é de 5,6%, ela já está acima”, analisou o advogado.
“Em Goiás, aqui do lado, é de 4%. No Mato Grosso é de 2,5%. Nas bordas do DF ela chega a 24%, é altíssimo”, criticou. “Os nosso jovens tão sem emprego. A gente precisa promover o desenvolvimento econômico e social do DF. Eu não vou me acomodar com os bilhões que a gente recebe do Fundo Constitucional. Não há programa social mais efetivo que o trabalho”, pontuou.