Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br
Candidatos inscritos no concurso do Conselho Nacional de Justiça que fizeram as provas de nível médio, na tarde de ontem, na faculdade Fajesus, em Taguatinga, foram surpreendidos pela falta de energia. Depois de vários piques de energia, a luz acabou e os candidatos ficaram por volta de uma hora e 40 minutos à espera, até que ela voltasse.
Para não prejudicar os concorrentes, fiscais de prova chegaram a distribuir velas e, assim, muitos candidatos conseguiram terminar o exame. Outros, cansados de esperar, abandonaram as salas e ameaçam entrar com recursos para a anulação do certame.
Nas redes sociais, por volta das 22h30, já era possível encontrar candidatos comentando o que aconteceu e exigindo providências do organizador do concurso, no caso o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB).
Uma das candidatas postou que fez a prova com a luz do celular e que tinha gente andando pelos corredores da faculdade com a prova e gabaritos: “AH, o melhor, os fiscais da sala sairam e deixaram candidatos conversando… Saí da prova Às 21:30 e ainda estava a maior bagunça lá dentro…”.
O Jornal de Brasília conversou com uma pessoa que estava na Fasejus e pediu para não ser identificada. Ela disse que durante o apagão “rolou a maior muvuca”.
Saiba mais
Ao todo, 52.387 pessoas interessadas em trabalhar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) se inscreveram no certame, para concorrer a 177 vagas, de técnico e analista judiciário, em diferentes especialidades.
A remuneração dos cargos disputados varia entre R$ 4 mil e R$ 6,6 mil.
A reportagem não conseguiu contato com o Cespe e nem com o CNJ para saber se a prova será anulada e o motivo do apagão.