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Brasília

Campus do Gama da UnB luta para evitar H1N1

Arquivo Geral

20/08/2009 0h00

O campus do Gama sofre com a falta de espaço e preocupa professores, alunos e reitoria pelo risco de transmissão da gripe suína.


Há apenas seis salas de aula para atender aos 500 alunos que estudam no prédio principal. Os corredores são apertados. Apenas duas servidoras cuidam da limpeza.


A prefeitura garante que a partir de quinta-feira, mais quatro funcionárias vão reforçar a equipe. Na tarde de ontem, professores e representantes da prefeitura acertaram medidas para evitar o contágio da doença.


“O modelo de contratação de faxineiros é muito burocrático. E por ser um campus novo, os problemas são ainda maiores”, critica o professor Edgar Costa. “Professores, estudantes e a administração têm que trabalhar juntos para garantir o sucesso da campanha. A reitoria sozinha não vai resolver todos os problemas”, alerta o vice-reitor, João Batista.


Os alunos estão sendo orientados a usar copos descartáveis para beber água e a permanecer, pelo menos, um metro afastados dos colegas em sala de aula. “Mas aqui é apertado. Tem hora que é difícil manter essa distância”, conta a aluna do 2º semestre Fabiana Pina, 18 anos.


As dificuldades do Gama nasceram com o campus. Ele foi inaugurado no meio da crise da universidade no ano passado, sem que as instalações estivessem concluídas.


 “Nós passamos por uma expansão muito grande e, muitas vezes, não conseguimos dar vazão a todas as demandas”, reconhece o vice-diretor da UnB Gama, Ricardo Jacobi.


A diretora de Saúde, Gilca Starling, explica que turmas de 120 estudantes foram desmembradas para reduzir a aglomeração. A Prefeitura repôs o estoque de sabão líquido e toalhas de papel e instalou dispensadores de álcool gel em locais de maior circulação.

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