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Brasília

Caesb fala em nova sabotagem em equipamentos

Arquivo Geral

01/06/2016 21h32

A Caesb suspeita que voltou a sofrer nesta quarta (1º) uma nova sabotagem em seus equipamentos. Cerca de 250 metros de tubulação de esgotos teriam sido queimados, com uso de estopa embebecida em gasolina, na obra que beneficia casas e prédios do programa Morar Bem, no Riacho Fundo II.

As tubulações, de 160 e 250 mm, estavam sendo instaladas para solucionar problemas de extravasamento de esgoto. Foi registrada queixa na 29 ª DP, do Riacho Fundo I, e a Polícia Civil fará perícia no local. O fogo foi  percebido pela equipe da obra  por volta das 7h30. A Caesb estima o prejuízo em R$ 17 mil.

A ação ocorreu 24 horas depois de um ato semelhante ter sido executado em Sobradinho, deixando parte da população sem água por quatro horas. Em ambos os casos, a Caesb informou que ainda não conseguiu identificar os responsáveis, mas que pode concluir que os atos foram praticados por pessoas com conhecimento dos serviços, tanto no aspecto da localização, quanto no que diz respeito aos equipamentos e materiais utilizados.

Em greve, o sindicato dos servidores da Caesb repudia as acusações.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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    01/06/2016 21h32

    A Caesb suspeita que voltou a sofrer nesta quarta (1º) uma nova sabotagem em seus equipamentos. Cerca de 250 metros de tubulação de esgotos teriam sido queimados, com uso de estopa embebecida em gasolina, na obra que beneficia casas e prédios do programa Morar Bem, no Riacho Fundo II.

    As tubulações, de 160 e 250 mm, estavam sendo instaladas para solucionar problemas de extravasamento de esgoto. Foi registrada queixa na 29 ª DP, do Riacho Fundo I, e a Polícia Civil fará perícia no local. O fogo foi  percebido pela equipe da obra  por volta das 7h30. A Caesb estima o prejuízo em R$ 17 mil.

    A ação ocorreu 24 horas depois de um ato semelhante ter sido executado em Sobradinho, deixando parte da população sem água por quatro horas. Em ambos os casos, a Caesb informou que ainda não conseguiu identificar os responsáveis, mas que pode concluir que os atos foram praticados por pessoas com conhecimento dos serviços, tanto no aspecto da localização, quanto no que diz respeito aos equipamentos e materiais utilizados.

    Em greve, o sindicato dos servidores da Caesb repudia as acusações.

    Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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