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Brasília

Caem as ocorrências no Distrito Federal

Arquivo Geral

07/08/2012 8h18

Da Redação

redacao@jornaldebrasilia.com.br

 

A Secretaria de Segurança Pública fechou o balanço criminal no mês de julho com motivos para comemorar, quando os índices criminais são comparados com o mesmo mês do ano anterior. Crimes graves como homicídios, latrocínios e os roubos com restrição de liberdade da vítima, o chamado sequestro relâmpago, apresentaram redução.

 

O Distrito Federal fechou o mês com 52 mortes violentas, contra 72 no mesmo período do ano passado, queda de 27,8%. A mesma tendência foi seguida pelos sequestros relâmpago, que   tiram o sono da cúpula da segurança. Com o plano Ação Pela Vida, a incidência criminal caiu de 60 casos em julho do ano passado para 55 no mesmo período deste ano. “Estamos no caminho certo para reduzir ainda mais os crimes graves”, disse o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar.

 

Segundo a secretaria, em 50% das ocorrências, as vítimas de homicídio possuíam antecedentes criminais, entre as quais duas eram procuradas pela polícia e uma estava em cumprimento de prisão domiciliar.

 

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, as vítimas de sequestro relâmpago foram liberadas a uma distância média de 17,8 quilômetros do local da abordagem, ficando constatada uma distância máxima de 52 quilômetros e mínima de três quilômetros.  No período, a polícia ainda apreendeu 36 armas. 

 

Lei Maria da Penha

Hoje, a Lei Maria da Penha completa seis anos também com motivos para comemorar, mas também com diversas metas a serem alcançadas. O Distrito Federal está em primeiro lugar no recebimento de denúncias pelo disque-denúncia da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Governo Federal, o que mostra um maior nível de conscientização das vítimas.

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