O primeiro dia do programa Saúde Não Tem Preço, lançado pela presidente Dilma Rousseff no dia 3 de fevereiro, foi de baixa procura nas farmácias credenciadas. O programa prevê que alguns medicamentos contra hipertensão e diabetes sejam fornecidos gratuitamente à população.
A equipe do Jornal de Brasília visitou algumas farmácias que possuem convênio com o Ministério da Saúde no Distrito Federal e verificou que poucos usuários procuraram os estabelecimentos. Entretanto, algumas farmácias populares do próprio governo iniciaram a distribuição com problemas porque não tinham alguns dos medicamentos no estoque.
De acordo com o balconista Maxuel Marçal, pela manhã, na farmácia onde trabalha, foram atendidos cerca de 15 clientes e durante a tarde apenas três pessoas levaram medicamentos. “A procura ainda é pouca. Certeza que ainda vai aumentar. As pessoas acham que é só no próximo mês”, avalia.
A vendedora Marquilene Brito, de outra farmácia conveniada, atendeu apenas um paciente durante o dia de ontem. Ela conta que no estabelecimento, a procura por medicamentos desta espécie é de 70%, lembrando que o paciente precisa apenas apresentar RG, CPF e o receituário médico.
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