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Brasília

Buracos na calçada da Ponte Costa e Silva formam a parte mais visível da falta de manutenção

Arquivo Geral

15/02/2011 7h26

Os problemas de desnível no piso da Ponte JK, que geraram a interdição da pista, contribuíram para que  os usuários  e os órgãos do governo voltassem a atenção para as demais pontes da cidade. Numa delas, a Costa e Silva, alguns trechos do espaço destinado à passagem de pedestre estão destruídos e a altura do corrimão de proteção também representa um perigo.

 

A assessoria da Secretaria de Obras assegura que, desde o  problema ocorrido na Ponte JK, foi criada uma comissão, formada por funcionários ligados à secretaria e à Novacap, para fazer um levantamento da atual situação de todas as pontes da cidade  e se há necessidade de reparos.

 

Inaugurada em 1976, a Ponte Costa e Silva, também conhecida como segunda ponte que liga o Plano Piloto ao Lago Sul, tem fluxo de carro intenso durante todo o dia.

 

Em estudo realizado pelo Departamento de Trânsito (Detran-DF) durante o mês de setembro de 2010,  constatou-se que,  de segunda a sexta-feira, uma média de 500 a 700 automóveis atravessam a ponte a cada 15 minutos, nos horários de pico. No sábado, esse índice cai para uma média de 350 a 450 veículos. Aos domingos, o fluxo é  menor, e gira em torno de 250 a 350 veículos a cada 15 minutos, no horário de maior movimento.

 

 

 

Leia mais na edição desta terça-feira (15) do Jornal de Brasília

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