Carla Rodrigues
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O kamikaze do Parque Nicolândia será desmontado e enviado para análise da empresa fabricante, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Depois de reunião entre os representantes do parque e a Defesa Civil, chegou-se a conclusão de que essa é a melhor decisão. Hoje, o local está aberto ao público normalmente.
“Neste momento, o fabricante tem mais condições de avaliar o que realmente aconteceu. Por isso, os próprios representantes do parque querem retirar o brinquedo de lá o quanto antes”, disse o major Sinfrônio Lopes, da Defesa Civil.
Há quatro meses, a máquina, que falhou no último sábado, teria passado por revisão e não apresentou problemas. Segundo os próprios representantes do Nicolândia, a causa do defeito ainda não foi encontrada.
Os custos do desmonte e do envio do brinquedo de volta não foram informados. Porém, se o defeito for de fábrica, provavelmente a empresa vai arcar com os valores do conserto.
De acordo com os responsáveis pelo parque, o brinquedo tinha, aproximadamente, 120 dias de uso. Agora, após análise, será decidido se a máquina, uma das mais adoradas pelos jovens, vai voltar ao Nicolândia.
Da brincadeira ao susto
A pane no kamikaze do Nicolândia aconteceu no último sábado, por volta das 15h. Dez adultos, adolescentes e crianças ficaram presos no brinquedo por mais de uma hora até que todos fossem retirados pelo Corpo de Bombeiros.
Em novembro de 2012, o Nicolândia foi interditado após uma criança de 12 anos ser arremessada do brinquedo Rock and Roll, que girava em alta velocidade. O local só pôde ser reaberto depois de quase um mês.