O secretário de Trabalho, ampoule Bispo Rodovalho, health e o administrador do Sudoeste/Octogonal, Nilo Cerqueira, anunciaram a liberação de uma linha de crédito do Banco Regional de Brasília (BRB) para que os donos de lava-jatos possam comprar os kits de lavagem a seco. Esse modelo de lavagem de carros será adotado no bairro em breve.
De acordo com a Administração do Sudoeste/Octogonal, a proposta de usar a lavagem a seco põe fim a diversas questões que eram discutidas constantemente, como a ocupação de área pública e a poluição ambiental, que é causada pelos produtos químicos utilizados pelos lavadores que são derramados na rua mesmo. Outra solução encontrada nessa questão foi a regularização da atividade por intermédio de uma lei federal (6.242/75) e outra distrital (79.797/77).
A Administração Regional fez um cadastramento que será encaminhado a Delegacia Regional do Trabalho e todos os lavadores que atuam no Sudoeste e Octogonal receberão um registro no Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho, reconhecendo-os como
trabalhadores autônomos.
O administrador Nilo Cerqueira também está buscando um convênio entre as polícias Militar, Civil e Corpo de Bombeiros para que essas corporações passem a utilizar o novo sistema de lavagem a seco e os serviços dos lavadores cadastrados na associação da classe.
Se for levado em conta que a frota de veículos doDFé de mais de um milhão de automóveis e que cada um é lavado quatro vezes por mês e que cada lavagem gasta cerca de 100 litros de água, o desperdício e a contaminação dos mananciais seria de mais de 400 milhões de litros de água por mês.
A lavagem a seco apresentada aos donos de lava-jatos no Sudoeste/Octogonal foi de grande aceitação, tanto por parte dos que prestam esse serviço quanto dos moradores que o utilizarão. O equipamento é composto de um carrinho de pequeno porte, que comporta todo o material necessário para a lavagem, como os produtos biodegradáveis, panos, escovas, ceras, aspirador de pó e bateria. A adaptação da lavagem para esse sistema a seco torna o serviço móvel e de melhor qualidade para o usuário, pois apresenta melhores resultados que a lavagem tradicional.
Pró-DF
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SDET) iniciou um mutirão para legalizar os processos do Pró-DF no Recanto das Emas. Ao todo, 54 empresários foram orientados sobre os procedimentos que devem ser adotados para conseguirem o atestado de implantação definitiva de seus terrenos. Depois de cumprida essa etapa, a expectativa é que a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) entregue as escrituras em dois meses.
A regularização da Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) do Recanto das Emas só está sendo possível porque a SDET conseguiu a liberação da licença ambiental do local. Alguns empresários esperavam por essa ação há mais de seis anos. Dono de uma elétrica,Pedro Messias Gomes espera dias melhores. “A fase crítica foi superada. Agora, pretendemos expandir nosso negócio.”