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Brasília

Brasiliense não se conscientizou quanto ao consumo de bebidas alcoólicas

Arquivo Geral

15/04/2012 7h55

Francisco Dutra

francisco.dutra@jornaldebrasilia.com.br

 

O Poder Público e as famílias não conseguiram diminuir as taxas de consumo abusivo de álcool no Distrito Federal. Acompanhando de perto o problema, a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) comprovou que as taxas, praticamente, não mudaram nos últimos anos.

 

Segundo o estudo, produzido pelo Ministério da Saúde (MS), em 2006, 16,3% dos moradores do DF consumiram abusivamente bebida alcoólica, nos 30 dias anteriores à pesquisa. Em 2011, último ano apurado pelo estudo, 15,2% dos habitantes da capital brasileira fizeram a mesma declaração.

 

A taxa do DF é ligeiramente menor do que o atual índice nacional, que é de 17%. No detalhe da pesquisa, em 2011 os números revelam a ligação entre o aumento da escolaridade e aumento do consumo abusivo da bebida. Conforme o estudo, a taxa entre pessoas com até oito anos de instrução é de 14,5%.

 

Ao observar o grupo de pessoas com 12 anos ou mais de formação, este índice salta para 18,6%. A questão é mais percebida entre os homens. A Vigitel alertou que a taxa de homens com 12 anos ou mais de estudo que bebem além do limite é de 24,5%. Entre as mulheres, com esta escolaridade, a taxa fica em 13,2%.

 

Leia mais na edição impressa deste domingo (15) do Jornal de Brasília.

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