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Brasília

Brasiliense enfrenta dificuldades para tirar o passaporte

Arquivo Geral

19/04/2010 6h00

Marina Marquêz

 

O brasiliense tem enfrentado dificuldades para tirar o passaporte no Distrito Federal. O aumento da demanda de emissão do documento tem deixado os dois postos de emissão do Na Hora, na Rodoviária do Plano Piloto e em Taguatinga, com espera de cerca de 15 dias para agendamento e fila grande para fazer e retirar os documentos. Na rodoviária, por exemplo, são agendadas 200 pessoas por dia, para serem atendidas entre 7h e 19h em seis guichês, o que tem sido insuficiente. Durante a última semana, a reportagem do Jornal de Brasília foi até o local e algumas pessoas chegavam a esperara até três horas para o atendimento.
 

“É um absurdo essa demora toda. Está lento demais. Cheguei aqui às 14h48, são 16h30 e ainda têm 10 pessoas na minha frente, que horas vou sair daqui?”, reclama o médico Ubiratan Moreira, de 58 anos. Para ele, é evidente a falta de mais mesas e atendentes para desafogar o atendimento. A professora Fátima Makiuchi, de 46 anos, concorda. “Estamos na capital do país, uma cidade que abriga todas as embaixadas do mundo, que tem um dos maiores PIBs do Brasil. É evidente que as pessoas viajam muito aqui e precisam de passaporte. Dois postos de atendimento podem funcionar bem em cidades pequenas, mas aqui não da”.

 

O posto do Na Hora na rodoviária começou a emitir passaportes em dezembro de 2008, quando foi desativado o posto de atendimento da Polícia Federal (PF) do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek. O outro posto de atendimento da PF, que ficava no ParkShopping, em maio do mesmo ano já havia parado de funcionar. De acordo com a supervisora, a mudança ocorreu devido a quantidade de reclamações da população. “Tinhamos muitos questionamentos. Alguns reclamavam porque os postos eram longes e de difícil acesso, e no caso do aeroporto ainda havia gente reclamando de pagar estacionamento. Resolvemos mudar para a rodoviária que é no centro e ano passado abrimos em Taguatinga também para as pessoas das satélites”, explica Edmere.

 

 

Leia mais na esdição desta segunda-feira (19) do Jornal de Brasília.

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