Da Redação
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OLago Paranoá vem sofrendo um assoreamento significativo nos últimos tempos. Os dois locais mais preocupantes e de maiores avanços, segundo o professor do instituto de Geociência da Universidade de Brasília (UnB), Henrique Roig, são as sub-bacias do Riacho Fundo e do Ribeirão Bananal. “No meio do lago ainda é possível ver o canal do antigo rio. Os pontos críticos são nos dois braços. Um na Ponte do Bragueto e outro na Ponte das Garças”, explica.
De acordo com o professor universitário, existe um convênio internacional entre Brasil e Alemanha onde o foco é estudar o ciclo hidrológico do DF. Segundo Roig, um dos subprojetos é o estudo do Lago Paranoá e as condições do reservatório do lago de Brasília. Ele explica que o projeto tem focos de análise. “Um deles é entender a dinâmica do assoreamento. O objetivo é compreender a conformação do fundo do lago. Se pegamos o estudo do reservatório de 2009 em comparação com o ano de 1958 podemos ter uma ideia do quanto houve perda de volume e área”.
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