Luciana Melo e Mariana Laboissiere
No Distrito Federal, a venda do gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, se transformou numa questão de segurança pública, pois o número de pontos clandestinos vem aumentando significativamente com o passar dos anos. Padarias, bares, bancas de jornal e até calçadas se tornaram lugar de revenda, onde as normas afixadas pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) e pelo Corpo de Bombeiros são ignoradas.
Diante disso, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás LP (Sindigás), retomou a luta contra o comércio ilegal de gás, para desmontar o esquema formado por mais de 3 mil pontos de revendas piratas, conhecidos como pirangueiros. Segundo Sergio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás, uma das prioridades é a segurança e a agilidade no atendimento ao consumidor.
Uma das metas propostas pelas novas regras é que o produto chegue às residências em, no máximo, 20 minutos. Outra é que os revendedores legais estejam devidamente identificados (visualmente), com adesivos e banners, assim como motos, caminhões, caminhonetes e triciclos de transporte – novidade na frota. Dentro das medidas também está prevista a identificação dos entregadores, com coletes especiais.
Em entrevista anterior ao Jornal de Brasília, Mello afirmou que essas medidas serão fundamentais para inibir maiores desfalques no mercado e para aumentar a segurança dos clientes, tanto no armazenamento, quanto no manuseio do produto. Para o presidente do Sindigás, isso é algo que não se pode negligenciar devido à possibilidade de acidentes, como explosões e vazamentos.
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