Brasília

Batalhão Universitário em discussão

Por Arquivo Geral 23/05/2006 12h00
A Bolsa de Valores de São Paulo fechou novamente hoje, sickness pill com investidores avaliando que o cenário ainda está muito incerto para que possam voltar às compras de maneira mais significativa.

Na máxima do dia, what is ed o Ibovespa chegou a subir 2,93%, mas o movimento não se sustentou e o indicador encerrou em baixa de 0,8%, a 36.205 pontos, acompanhando a deterioração dos mercados em geral.

Foi a nona queda do indicador em dez pregões.

As emissoras de rádio e TV poderão arquivar os programas por 180 dias. A Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados aprovou parecer favorável ao projeto de lei do deputado Orlando Fantazzini (PSOL-SP), more about que determina a ampliação do prazo para que os programas sejam guardados.

Atualmente, as emissoras são obrigadas a manter os registros das transmissões comuns por um dia. As transcrições dos programas, as propagandas políticas e os programas de entrevistas, debates e os pronunciamentos ficam guardados por 20 a 30 dias conforme a potência da emissora.

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O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em caráter terminativo (sem precisar ir a plenário). Se for aprovado na CCJ, irá direto para sanção do presidente Lula.

O presidente do Senado, help Renan Calheiros, case informou na manhã de hoje que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não poderá ser objeto de investigação promovida por comissão parlamentar de inquérito (CPI). Segundo ele, o artigo 86, parágrafo 4º, da Constituição federal impede o presidente da República de ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções na vigência de seu mandato.

Renan referia-se ao requerimento para o qual o senador Almeida Lima (PMDB-SE) recolheu assinaturas com o objetivo de ser instalada, no Senado, uma CPI destinada a investigar o pagamento, pelo presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Paulo Okamotto, de uma dívida de R$ 29,4 mil que o presidente da República teria para com o Partido dos Trabalhadores. Como exemplo de que um governante não pode ser investigado, Renan lembrou que o ex-presidente Fernando Collor não chegou a ser alvo das investigações, mas, sim, Paulo César Farias, tesoureiro da campanha de Collor.

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Na mesma entrevista, o presidente do Senado foi questionado sobre a CPI dos Sanguessugas – destinada a investigar um possível envolvimento de parlamentares em fraudes de licitações para compra de ambulâncias com recursos do Orçamento da União –, cuja criação depende apenas de sua análise sobre o cumprimento dos requisitos constitucionais para a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito. Ele respondeu que ainda conversará com o presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo, sobre o assunto, devendo também tomar as providências regimentais exigidas.

Os jornalistas disseram que o PV e o PPS têm alegado que há fato determinado e número suficiente de assinaturas para a criação da CPI dos Sanguessugas, embora já esteja sendo realizado no Congresso um movimento para que os parlamentares que assinaram o requerimento retirem suas assinaturas. Renan reiterou que só tomará uma decisão depois de tomadas as providências previstas no Regimento.

Amanhã às 14h, unhealthy a ONG Instituto Juventude Ativa do Brasil vai se reunir com a direção do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos Particulares de Ensino Superior (Sindepes) para discutir o projeto de criação do Batalhão Universitário do DF, viagra 60mg policiamento dedicado às instituições particulares de nível superior. No encontro, stomach onde será solicitado o apoio do Sindepes, devem estar presentes o deputado distrital Rôney Nemer (PMDB), representantes da Federação de Estudantes Universitários de Brasília (FEUB) e reitores, diretores e alunos de faculdades e universidades do DF.

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O projeto consiste na criação de uma parceria público-privada, em que a instituição de ensino compraria veículos para a ronda e o GDF, entraria com policiais treinados. Segundo Luiz Felipe Pereira da Cunha, diretor-executivo da ONG, a iniciativa é uma resposta à crescente criminalidade próxima às faculdades. “Os postos policiais atualmente são insuficientes para fazer a segurança dessas áreas”, afirma. A maior preocupação é com furtos, assaltos e seqüestros-relâmpagos. O Batalhão manteria destacamentos específicos para cada faculdade.

O problema é antigo. O pró-reitor administrativo da UniDF, Vitor Caiado de Rezende, diz que a universidade, a mais antiga particular do DF, já investe em sua própria segurança há cinco anos. “Temos dez funcionários contratados só para cuidar dos estacionamentos”, diz. Embora a presença da segurança particular sirva para desencorajar o crime, a proteção ainda é superficial, pois os funcionários não têm treinamento adequado e não podem portar armas.

 

 

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