
O baixo do integrante da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, que havia sido furtado na última semana, foi encontrado nesta quinta (2) em um bar da Asa Norte. Fábio Pedroza publicou a informações em uma rede social.
Segundo o músico, ele recebeu a ligação de um amigo que informou que teria encontrado um instrumento parecido com o dele encostado na parede de um bar localizado na 710 Norte.
O baixo, um Fender Precision Sunburst, foi fabricado em 1963. Além da raridade, Fábio Pedroza destacou que tinha um “inestimável valor sentimental” pelo instrumento.
Após receber a ligação, o baixista foi até o local para encontrar o dono do estabelecimento. Segundo ele, o proprietário teria dito que uma homem chegou ao bar, consumiu cerca de R$ 100 e comentou que queria vender um instrumento mas não tinha conseguido. Diante disso, o suspeito pediu para empenhar o baixo no local. Mesmo desconfiado, o dono do comércio aceitou. Ao encontrar com o músico, ele informou que seu filho viu na internet que havia uma movimentação para localizar o baixo e decidiu devolvê-lo. “Gostaria de agradecer imensamente a todoas que me ajudaram, se empenharam, divulgaram e torceram pra que conseguisse achar meu baixo”, publicou Fábio Pedroza em sua página no facebook.
Relembre o caso
Na noite da última sexta (27), o baixista Fábio Pedroza, da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, teve uma surpresa ao descobrir que um instrumento raro havia sido furtado no depósito do grupo, localizado na Asa Norte. Quando foi furtado, o baixo estava numa bolsa preta, da marca Reunion Blues.
Quando divulgou o furto, Pedroza não tinha ideia de quando o furto ocorreu, mas ele acreditava que alguém entrou no local durante grande movimentação e levou o instrumento. “O baixo é raro e um dos meus favoritos”, lamentou. Devido ao grande valor afetivo, amigos e fãs do artista criaram um movimento nas redes sociais para tentar encontrar o instrumento, divulgando o furto do instrumento por meio da hastag #devolveobaixo. Pedroza explicou que na sexta-feira, após limpar o depósito, foi pegar o baixo para levá-lo para casa e não o encontrou. “Ele tem toda uma história para mim”, ressaltou.