Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br
Agora vai ficar mais fácil entender o cenário ecológico do Distrito Federal. O governador, Rogério Rosso, tem até amanhã para sancionar um projeto que, após sete anos tramitando na Câmara Legislativa, foi aprovado no mês passado. O Projeto de Lei Complementar (PLC) estabelece novos critérios na hora de definir nomenclaturas para as unidades ambientais do DF e precisa da assinatura para entrar em vigor.
O Distrito Federal é uma das primeiras regiões do País a aprovar o projeto, que está inserido no Sistema Distrital de Unidades de Conservação, e basicamente vai remapear toda a área do Distrito Federal, classificando seus territórios em duas categorias: Área de Proteção Integral e Área de Uso Sustentável.
O presidente do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Gustavo Souto Maior, diz que as áreas classificadas como sendo de Proteção Integral precisam ter, no mínimo, 30% de Cerrado preservado, cujo acesso será permitido apenas para ambientalistas, estudantes e pesquisadores, e serão administradas pelo próprio Ibram. Já as áreas de uso sustentável, onde é permitida a atividade humana e comercial, como o Parque da Cidade, áreas residenciais e espaços urbanos em geral continuam sendo dirigidas pelas administrações locais.
Leia mais na edição desta quarta-feira (14) do Jornal de Brasília.