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Brasília

Água invade casas, derruba estruturas do Ceilambódromo e carrega o asfalto

Arquivo Geral

18/02/2010 8h43

João Porto

A primeira quinzena de fevereiro registrou o menor índice de chuvas dos últimos dez anos, apenas 19,2 milímetros, enquanto no mesmo período do ano passado foram registrados 92 milímetros. Mas, para os moradores de Ceilândia, o temporal que caiu na cidade foi suficiente para derrubar parte da estrutura do Ceilambódromo, inundar casas e, literalmente, arrancar o asfalto das ruas.
O maior estrago foi registrado no Residencial Vitória, dentro do Condomínio Sol Nascente. Na chácara 125, o asfalto cedeu à enxurrada e a rua ficou intransitável. Logo no começo da rua um quebra-mola foi parar na porta da casa do músico Pedro Alexandre Ramalho. Com ajuda dos vizinhos, ele conseguiu uma britadeira para destruir o quebra-mola e facilitar a entrada em casa. “A Caesb veio consertar a água e abriu um buraco no asfalto. Como eles não arrumaram, a água entrou por debaixo do asfalto e levou tudo”, alegou o morador.
Alguns metros abaixo da casa de Pedro, o asfalto ficou acumulado em certos pontos formando morros de massa asfáltica que cediam com a passagem dos moradores que ainda se arriscavam no local. Como a região não é assistida por saneamento básico, muitas fossas sépticas transbordaram e o esgoto foi parar na rua. Os moradores da região estavam indignados com o estrago da chuva. “Não choveu mais de 30 minutos nesta região, esse asfalto aqui não tem 20 dias que foi feito. É uma vergonha ele estragar todo com uma chuva”, disse o açogueiro Josemir Franscisco da Silva.

 

Leia a matéria completa na edição desta quinta-feira (18) do Jornal de Brasília

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