O fechamento do Centro de Atendimento Juvenil Especializado (Caje) pode ser prorrogado por dois anos. A primeira vara da Infância e da Juventude do Ministério Público irá avaliar o adiamento do prazo para a interdição do lugar.
Inicialmente, a unidade que atende jovens infratores não iria mais aceitar internos a partir do dia primeiro de março deste ano, porém o governador Agnelo Queiroz pediu o aumento do prazo judicial para mais dois anos.
O Distrito Federal está construindo cinco novas unidades, nos moldes do novo Sistema Educativo de Ressocialização (SER), para abrigar os adolescentes que tenham infringido alguma lei.
Cada nova unidade irá custar R$ 12 milhões, e serão implantadas inicialmente em Sobradinho, Santa Maria, Brazlândia, São Sebastião e Gama. A desocupação do Caje irá ocorrer de forma gradativa. O objetivo é que o SER se torne um exemplo de atendimento socioeducativo.