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Brasília

Agente penitenciário é encontrado desmaiado na DF-080

Arquivo Geral

31/07/2012 7h52

Da Redação

redacao@jornaldebrasilia.com.br

 

Um agente penitenciário de Goiás foi espancado, esfaqueado, amordaçado e algemado em  uma árvore, durante um suposto sequestro relâmpago ocorrido  às margens da DF-080, em Brazlândia. Ele foi abandonado   em uma área de Cerrado, próximo ao trecho da rodovia conhecido como sete curvas. O carro que ele dirigia, um Gol cinza,  ficou parcialmente carbonizado.

 

O agente D.S.M., de 37 anos, foi encontrado desmaiado. Segundo a polícia, só não morreu queimado porque  um caminhoneiro passou pela rodovia e  viu o mato e o carro pegando fogo. O motorista chamou o Corpo de Bombeiros, que em  uma ação rápida conseguiu conter as chamas e resgatar a vítima.

 

O agente foi  levado de helicóptero para o Hospital de Base (HBDF) com lesões provocadas por facadas e espancamento, mas não corre risco de morte.   De acordo com os bombeiros, a vítima apresentava sintomas  de fratura na coluna e seria submetido a   exames para averiguar a gravidade dos ferimentos.

 

Segundo informações da polícia,  o agente havia saído do trabalho, no Centro de Atendimento Sócio Educativo (Case), em Luziânia (GO), e seguia para casa, em Águas Lindas (GO), Região Metropolitana do DF.

 

Abordagem

Segundo a polícia, D.S.M. teria parado  o carro na rodovia para urinar  e foi surpreendido por dois homens armados. Eles teriam anunciado o  assalto e  levaram a vítima para o matagal. Depois de  roubar o dinheiro do agente, o agrediram a golpes de faca. A polícia procura os suspeitos e espera  que o agente se recupere para interrogá-lo.

 

Policiais da Companhia de Polícia Rodoviária Militar (CPMV)  foram chamados para ajudar nas buscas aos suspeitos. Uma equipe vasculhou a área onde o agente foi encontrado, mas não conseguiu encontrar pistas  que possam levar os investigadores a identificar e localizar  os criminosos. 

 

Não está descartada a hipótese de a vítima  ter sido agredida em função da atividade que desenvolve na Polícia Civil de Goiás. No carro dele, investigadores encontraram um colete à prova de balas e documentos pessoais.  Até o fechamento desta edição, os envolvidos não haviam sido presos.

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