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Brasília

Adeus ao eterno DJ Jamaika

Na tarde desta sexta-feira (24), aconteceu o velório do DJ Jamaika, familiares e amigos compareceram para o último adeus

Redação Jornal de Brasília

24/03/2023 17h48

Foto: Amanda Karolyne/Jornal de Brasília

Amanda Karolyne
redacao@grupojbr.com

Brasilia se despediu de DJ Jamaika nesta sexta-feira (24). Em uma tenda no estacionamento da Administração Regional de Ceilândia, os fãs, amigos e familiares se reuniram para uma última homenagem a lenda do hip hop brasiliense e nacional.

Os membros da igreja que Jefferson da Silva Alves frequentava deixaram uma mensagem para todos que o amavam: DJ Jamaika é um vencedor. A esposa de Jamaika, Adriana Pereira Raimundo, agradeceu a presença de todos no velório. Ela discursou que sabe o quanto Jamaika era muito querido e muito amado, não só pelo trabalho que ele desenvolveu na música, mas ele era uma pessoa sincera e de coração incrível. “Ele tinha um dom”, afirmou.

“Agora eu vou ter que aprender a viver sem ele, a gente tinha 34 anos juntos”, se emocionou ao falar. Adriana conheceu Jamaika muito cedo, com 17 anos. “Vai ser muito difícil. Quero agradecer a ele tudo que ele me proporcionou e me ensinou no tempo que tivemos juntos”.

Muito segura da fé que tem, da qual Jamaika compartilhava, Adriana acredita que as pessoas não conseguem compreender os propósitos de Deus, que as coisas devem acontecer de acordo com o que a pessoa deseja. “Mas não é assim. Estou triste pela perda, mas estou muito alegre porque sei que ele foi em Cristo”.

A filha de Jamaika, Saphira, contou que o pai sempre foi simbolo de força e segurança em casa. “E de repente encontrei um momento que meu pai não conseguia resolver, e minha mãe estava muito fraca e eu tinha que resolver”, salientou. Para ela, o pai era uma pessoa muito benevolente. “Tantas pessoas que esfaquearam as costas dele diariamente, mas mesmo assim ele estava sempre la levando ajuda para essas pessoas”.

Ela acredita que Jamaika tinha uma missão na terra, que era ajudar pessoas e ele fez isso até o ultimo folego dele. “Sou muito grata a Deus oela vida que meu pai teve aqui. Meu pai me pediu no leito de morte para eu ser forte e não deixar o legado dele morrer”, finaliza.

Muitas pessoas queriam prestar homenagem e falar sobre Jamaika no velório, mas era muita gente para pouco tempo. O cortejo oara o cemitério de Taguatinga saiu por volta das 15h40, com o Corpo de Bombeiros do DF na frente, a família, os opaleiros do grupo Lobos do Asfalto, outros carros antigos, motoqueiros e demais carros.

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