Rafael de Oliveira Aragão, acusado de homicídio qualificado por motivo fútil e roubo, tentado e consumado, foi julgado na tarde desta quinta (19), pelo Tribunal do Júri de Taguatinga. O crime ocorreu no dia 1º de janeiro deste ano.
De acordo com denúncia do Ministério Público, “o denunciado Rafael chegou ao local do crime e pediu à vítima um cachimbo para consumo de crack, sendo por ela atendido. Após utilizar o objeto emprestado, o denunciado recusou-se a devolvê-lo. Durante a discussão, a vítima, mesmo portando uma faca, fugiu. O acusado, no entanto, foi atrás e quando a encontrou, acertou-lhe uma paulada contra a cabeça e, ainda, com a faca da vítima em mãos, efetuou golpes que resultaram em morte”.
Segundos cometer o crime de homicídio, o denunciado, com a utilização de grave ameaça e violência, ainda tentou efetuar um roubo de veículo, mas não conseguiu concluir. Cerca de uma hora depois, ao avistar uma viatura policial, o rapaz a abordou e disse aos policiais militares que havia matado uma pessoa.
Agilidade processual
Para agilizar a pauta de julgamentos, o presidente do Tribunal do Júri de Taguatinga, João Marcos Guimarães Silva, solicitou à presidência do TJDFT a designação de um juiz para auxiliar na execução dos trabalhos da vara. O designado foi Arthur Lachter. Com a iniciativa, a vara está realizando de cinco a seis júris por semana, podendo, inclusive, antecipar alguns julgamentos, sem prejuízo das instruções processuais.