O Tribunal do Júri de Brazlândia condenou Cláudio da Silva Rosa a 18 anos e 11 meses de prisão, em regime inicial fechado, pelos crimes de feminicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica. O filho dele, Wilker da Silva Rosa, também foi condenado a um ano de prisão, em regime aberto, por ocultação de cadáver.
Em 4 de dezembro de 2018, Cláudio matou a ex-companheira e ocultou o corpo da mulher com a ajuda do seu filho.
Os jurados entenderam que o crime foi praticado contra mulher por razões da condição do sexo feminino, em contexto de violência doméstica, já que a vítima e o acusado Cláudio chegaram a morar juntos na residência onde o delito aconteceu. Além disso, foi praticado por motivo torpe e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima.
Dias depois, Cláudio, por meio de contato telefônico com a empresa Vivo, por duas vezes, se passou por outra pessoa, forneceu nome e número de CPF alheio, inseriu declaração falsa em documento particular, com o propósito de adquirir prefixo móvel e contratar prestação de serviços de telecomunicações.