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Brasília

Acidente é reconstiuído

Arquivo Geral

10/06/2010 8h42

Carlos Carone
carone@jornaldebrasilia.com.br

Uma estrutura metálica com cerca de 150 quilos pode ter sido  determinante para o naufrágio que se transformou no maior acidente náutico da história do Distrito Federal. O equipamento, muito utilizado para a prática do wake board, estava dentro da lancha que foi a pique em 22 de maio último com 11 pessoas a bordo, no Lago Paranoá. Duas irmãs morreram no acidente.

Pelo menos dez barras de ferro movidas por roldanas, usadas para fazerem marolas e prender os manches que puxam os esquiadores, são as principais evidências levadas em consideração pelos peritos do Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Civil durante a reconstituição do naufrágio, realizada na tarde de terça-feira, no Paranoá.

 

A reconstituição serviu para simular uma série de situações  que, na opinião dos peritos, podem ser preponderantes para identificar as causas do naufrágio. Todos os testes foram feitos com a lancha Front Roll onde estavam os jovens e que foi retirada do fundo do lago pelo Corpo de Bombeiros. A primeira simulação foi  feita com seis passageiros – que seria a lotação máxima do barco, de acordo com os fabricantes – e depois com cinco ocupantes, tanto com os lastros cheios quanto vazios.

 

 

 

Leia mais na edição desta quinta-feira (10) do Jornal de Brasília.

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