Da Redação, com agências
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Parte do trecho da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia) irá receber mais sinalização e modificações para melhorar o acesso dos motoristas à Rodoviária Interestadual de Brasília. A informação foi dada ontem pelo diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF), Luiz Carlos Tenezini. A medida visa resolver problemas de acesso ao local, como denunciou o Jornal de Brasília, com exclusividade, na última quinta-feira.
Até o fim desta semana, serão instaladas mais nove placas de sinalização nas proximidades do local, totalizando 33 na região. Além disso, o retorno próximo ao ParkShopping, sentido Plano Piloto/Núcleo Bandeirante, será fechado para não mais confundir os motoristas.
Alguns condutores que seguem no sentido norte/sul pegam o retorno no intuito de chegar à Rodoviária Interestadual. A entrada para o local, no entanto, encontra-se mais abaixo da pista, na via marginal. Para ter acesso a ela, é necessário fazer o viaduto da Estrada Parque Guará (EPGU) e voltar no sentido norte. O acesso se encontra logo após a Estação Shopping do metrô.
Com o fechamento do retorno, os carros ficarão impedidos de estacionar no acostamento. Placas de sinalização também serão colocadas no local, indicando que serão multados aqueles que insistirem em parar na área proibida.
Tanezini explica que o processo de adaptação é normal e requer tempo. “As rodovias que ligam o terminal já haviam recebido uma sinalização adequada. Mas vamos aumentar as placas para evitar que os condutores se confundam nos acessos”, disse. “Toda obra nova gera uma certa confusão, sendo necessário que a população se adapte. Porém, essas medidas vão reforçar o caminho”, completou o direto.
A Rodoviária Interestadual foi construída numa área de 20 mil metros quadrados para atender cerca de 140 mil passageiros por mês. Conta com 32 boxes para ônibus, dez estabelecimentos comerciais, quatro quiosques e 39 empresas de ônibus interestadual que irão operar no local.
O estacionamento privado e os serviços prestados dentro da estrutura são de inteira responsabilidade do consórcio formado pelas empresas JCGontijo, Artec e Socicam, que ganharam a licitação para administrar o espaço.
Leia mais na edição desta quinta-feira (05) do Jornal de Brasília.