Bruna Sensêve
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Há cerca de seis anos o reservatório do Lago Corumbá se formou com a transformação do que antes era o Rio Corumbá. As margens foram alargadas e a água, antes corrente, encontrou uma barragem em seu curso. Apesar do pouco tempo, o local já enfrenta problemas como assoreamento, poluição, ocupação irregular, pesca predatória e exploração econômica sem planejamento e supervisão.
Construído para abastecer de água o Distrito Federal e alguns municípios goianos, a captação no lago ainda não foi concretizada, mas resta saber se o processo de uso desregrado ainda pode ser revertido ou, pelo menos, paralisado.
Como um primeiro movimento na ação contra o uso irregular da região do Lago Corumbá, foi finalizado o Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatórios Artificiais (Pacuera) de Corumbá IV, ainda sob análise do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Porém, não deverá servir como uma determinação a ser obrigatoriamente obedecida. O plano funciona como diretriz e depende da vontade e da determinação de cada município para ser efetivo.
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